Psicologia hospitalar · Ostomia

Apoio psicológico para pessoas com ostomia e bolsa de colostomia

Suporte emocional na adaptação à colostomia, ileostomia ou urostomia, para pacientes e familiares. Atendimento no consultório em Santo André ou on-line.

Psicóloga Célia Cortez, que acompanha pessoas com ostomia

Adaptação à bolsa de colostomia

Passar a usar uma bolsa de colostomia, ileostomia ou urostomia é uma mudança grande, muitas vezes repentina — depois de uma cirurgia por câncer de intestino, doença inflamatória intestinal ou outra condição. Além dos cuidados práticos, surgem dúvidas e sentimentos difíceis: vergonha, medo de vazamentos, preocupação com o que os outros vão perceber, impacto na vida afetiva e sexual, receio de voltar ao trabalho ou de sair de casa.

Como psicóloga hospitalar nos serviços de proctologia e cirurgia geral do Hospital Heliópolis, acompanho de perto pessoas nesse processo. No consultório ou on-line, ofereço um espaço para falar sobre essas questões sem constrangimento, no seu ritmo.

Psicóloga Célia Cortez com a equipe multiprofissional na campanha Maio Roxo de conscientização sobre doenças intestinais

Maio Roxo

Trabalho em equipe e conscientização

O cuidado de quem vive com ostomia é feito em equipe: médicos coloproctologistas, estomaterapeutas, enfermeiros e psicólogos. Participo de ações como o Maio Roxo, mês de conscientização sobre as doenças intestinais, ao lado das equipes com quem atuo.

O acompanhamento psicológico complementa o cuidado do estomaterapeuta e do médico responsável.

Temas que costumam surgir

  • Aceitação da nova imagem corporal e autoestima
  • Medo e ansiedade em situações sociais
  • Relacionamento e sexualidade
  • Retorno ao trabalho e às atividades do dia a dia
  • Ostomias temporárias e a expectativa da reversão
  • Apoio aos familiares

Vamos conversar?

Agende pelo WhatsApp. Atendimento presencial em Santo André ou on-line.